Com este novo sistema o MEC está buscando induzir a reformulação do currículo do ensino médio que, por conta dos moldes atuais dos vestibulares, está cada vez mais voltado para acúmulo excessivo de conteúdos.
Outra vantagem que o novo Enem proporciona é a possibilidade de modalidade dos alunos pelo país. O propósito é que a prova nacional permita que um candidato concorra com o mesmo Enem a uma vaga em diferentes universidades do país. Assim, o aluno teria mais chances de aprovação. O MEC afirma que centralizar os exames seletivos é mais uma forma de democratizar o acesso a todas as universidades.
Uma das principais mudanças deste novo modelo seletivo é que o candidato recebe suas notas antes de efetuar a inscrição nos concursos das faculdades e poderá ter acesso a média dos outros candidatos. Assim, o aluno passa a ter uma visão muito mais realista de suas chances de ingresso na universidade.
Diferente das provas do Enem dos anos anteriores, as questões serão especificamente voltadas para os conteúdos ministrados no ensino médio, mas ainda manterão a contextualização das questões. As provas serão divididas em quatro áreas do conhecimento (linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemáticas e suas tecnologias.).
As universidades continuarão possuindo autonomia para decidir qual é a ferramenta de seleção para acesso aos seus cursos podendo optar entre quatro alternativas de utilização do novo exame como processo seletivo:
- Como fase única, como processo de seleção unificada, informatizado e on-line;
- Como primeira fase;
- Combinado com o vestibular da instituição;
- Como fase única para as vagas remanescentes do vestibular.
Para maiores informações sobre o novo Enem acesse: http://www.enem.inep.gov.br/
