alooowwww, galera!! tenho uma revelação a fazer: eu sou gazeteira!!! :-P pois é, segundo meu professor de matemática, eu estava no banheiro com mais 4 amigas gazeando aula... grrrrrrrr, q raiva que me deu!! vcs acham que eu, uma vestibulanda responsavel, disciplinada e extremamente estudiosa iria cometer essa falta grave??? NÃO RESPONDAM!! hehehehe
e depois de pensar tanto em que carreira seguir, tomei a decisão: quero ser personagem de "Malhação"!!!! sério mesmo, eles são bombril, galera, mil e uma utilidades! :-P de uma hora pra outra poderia virar uma professora de mão cheia, enquanto no outro dia eu estava dando porrada como uma lutadora profissional de jiu-jitsu em criminosos que eu nem quis saber quem eram, porque, afinal, eu sou imortal né? :-P ou seja, para aqueles que não conseguem se resolver, que estão oscilando entre engenharia de alimentos e direito (carreiras bem próximas), a solução é entrar na Malhação e conseguir superpoderes para ser habilidoso em qualquer profissão! :-P poderiam criar essa opção ao entrar na universidade, não acham? todo um preparo de resistência física e mental para as peripécias de um superherói...
bom, já foi besteira d+ por hoje... vou-me embora, heterótrofos por ingestão de plantão!! :-P xauuuuzzz
Na música "Pais e Filhos" gravada pelo grupo Legião Urbana encontramos a pergunta: O que você vai ser quando você crescer? Todos nós, sem exceção, já ouvimos esta pergunta em algum momento. Desde pequenos somos questionados ou estimulados a responder e/ou pensar sobre a escolha do futuro. É sempre "bonitinho" quando ouvimos a resposta de uma criança a esta pergunta. Mas o que a leva a responder médico, bombeiro, professor ou piloto de avião?
Nossas escolhas sofrem influências diversas e, muitas delas, sem se quer nos darmos conta. É o que em Psicologia chamamos de questões inconscientes. Mas porque abordar este tema? Ora, entre educadores, orientadores e psicólogos uma pergunta bastante recorrente é o porque das escolhas profissionais erradas. Ou seja, aquelas escolhas que fazemos com uma quase certeza e quando estamos no fim do curso descobrimos não ser o que realmente queríamos. Pior ainda, aqueles que só descobrimos depois de formados e já em pleno exercício profissional. Situação esta que gera indivíduos frustrados e infelizes com seu trabalho. Boa parte deste grupo não consegue superar esta questão ou não têm como refazer sua escolha e se tornam profissionais medíocres.
O que queremos levar à reflexão é que muitas vezes nossas escolhas são influenciadas por questões que não nos damos conta e quando vêm à tona pode ser tarde demais. Nos próximos artigos estaremos abordando três pontos principais. O primeiro deles, a ser abordado neste artigo, trata-se do desejo dos pais . Por vezes, nossos pais transferem e projetam seus desejos não realizados em seus filhos. É o caso do pai que quer ver o filho formado em Direito porque ele não o pode ser pelas dificuldades da vida. Ou a mãe que “sacrifica a vida toda” para que a filha seja veterinária. Um sonho que não pode realizar devido à gravidez precoce. Estes são alguns exemplos entre tantos que poderíamos citar.
Em síntese, acreditando estar fazendo o melhor pelos filhos, muitos pais criam um projeto para a vida dos filhos que não têm como dizer não, de não cumpri-lo. Isto soaria como desagrado, desgosto e ingratidão. Por conta disto os filhos assumem aquilo como sua escolha. O problema é que pais e filhos são pessoas diferentes. Em alguns aspectos “ainda somos os mesmo e vivemos como nossos pais” como diz a música, em outros somos muito diferentes.
A questão é que em certos casos o desejo de um e outro podem ser coincidentes. Mas como identificar quando são e quando não são? Aqui recaímos em outra questão: auto conhecimento. Todos temos um pouco do pai e da mãe, assim com de nossos ídolos, modelos e heróis que elegemos e nos influenciam pela vida à fora. Mas a soma disto tudo gera alguém que é único, diferente de todos: você. Conhece-te a ti mesmo, conselho do filósofo, é uma pré-condição para escolhas acertadas. Saber identificar o grau destas influências em nossa vida é uma tarefa difícil, mas necessária. Até mesmo para bancarmos se queremos ou não assumir como nossas as escolhas dos outros.
Para isto a Orientação Vocacional é uma ferramenta que permite identificar estes pontos e como lidar com eles. Nem os próprios pais percebem que estão “obrigando” aos filhos um caminho que não é deles. Querem o melhor para os filhos e acreditam que isto é o melhor. Saber identificar e lidar com esta questão pode evitar muitas frustrações futuras. Nos próximos artigos abordaremos outros tópicos e suas influências em nossa escolha profissional. Em todos eles queremos utilizar a pergunta: - Você está realmente seguro de sua escolha profissional?
Pense nisto e sucesso.
Há classificações para quase tudo. Generalizações que procuram reduzir o mundo em grupos, conjuntos ou perfis. Didaticamente, quando usado para estudos é muito útil. Porém, em outros casos são muito tendenciosos. Há uma forte propensão em cair na rotulação e no preconceito, sem muitas vezes percebermos que ninguém é apenas isto ou aquilo.
Temos um pouquinho de cada coisa. Mas, normalmente, temos um número de características mais concentrado em determinado grupo ou classificação. Digo isto porque recentemente, em um curso que participei, encontrei uma dessas classificações que irei trabalhar neste artigo. O objetivo é levantar uma reflexão e não rotular pessoas.
Em uma das citações foi dito que o mundo está dividido em três classes:
os que fazem as coisas acontecerem;
os que observam as coisas acontecerem;
os que não sabem o que está acontecendo.
Minha pergunta é: em qual delas você está?
Ninguém vai é 100% só uma classe. Assim como ninguém vai estar igualmente dividido entre as três. Dependendo da situação podemos ter um comportamento diferente. Mas, podemos identificar nossa tendência. O que desejo é levá-lo a refletir sobre qual tipo de comportamento tem sido o seu quanto à sua formação e seu futuro. Você tem sido diretor, espectador ou fantoche?
A grande maioria das faculdades não têm foco em desenvolvimento de competências, formam indivíduos teóricos. A tendência de desenvolvimento de competências tem sido bastante debatida na educação brasileira. Ainda assim, do campo das discussões à prática pouco se tem visto. Então o que fazer? Você pode assumir a responsabilidade em fazer (diretor), esperar para ver no que vai dar (espectador) ou mesmo dizer que não entendeu o que este texto está dizendo (fantoche). Qual a sua escolha?
Se você se decidiu em assumir esta responsabilidade vamos descobrir como trabalhar com competências em sua formação. Sua primeira tarefa será definir quais são as competências essenciais à sua profissão. Antes será necessário definirmos competências no contexto profissional ao qual estamos tratando.
Assim como no artigo "Competências: Uma Bússola para sua Carreira" usarei a definição de Ênio Resende que escreve: "competência é a aplicação de um ou mais dos requisitos de conhecimentos, experiências, aptidões, habilidades, motivos, interesses, etc., com obtenção de resultados práticos"
A formação superior tem oferecido apenas uma parcela do que vem a ser competência. Trata-se do conhecimento, ou seja, a teoria de como as coisas acontecem. As habilidades (prática, know-how) são muito negligenciadas. A questão das atitudes (comportamentos) então nem se diga. Como você não vai ficar esperando alguém fazer isto por você aprenda a "fazer CHA". Isto mesmo, C-H-A: Conhecimento, Habilidade e Atitude. São o saber, o saber fazer e o querer fazer respectivamente.
É muito pouco provável que você encontre esta descrição em livros. Outro ponto importante é que há dois grupos de competências: as essenciais - que estamos trabalhando aqui - e outro grupo que varia de instituição para instituição, ou seja, estão ligadas aos valores de certas empresas e organizações.
Para descobrir o que é importante é preciso muita pesquisa e principalmente conversa (ou se preferir entrevista) com profissionais de sua área e da área de RH. Pergunte a si mesmo e aos outros: Na minha profissão que conhecimentos são fundamentais? Quais são diferenciais? Algum deles não são oferecidos na faculdade? Como adquirí-los? Quanto à prática quais são as mais relevantes para me inserir no mercado de trabalho logo que formado? Quais os caminhos que pessoas de sucesso fizeram para desenvolver estas habilidades? E, principalmente, quais as atitudes que me levarão a lograr êxito nesta carreira?
Muitos são os caminhos para desenvolver suas competências. Cursos, palestras, estágios são os mais comuns. Porém competências podem ser desenvolvidas por meio de vários outros meios. Um esporte específico pode ajudá-lo a melhorar seu espírito de equipe.
Um curso aparentemente sem nenhuma ligação com sua profissão pode servir para o aprimoramento de certas atitudes. Não acredite que isto só deva ser feito no final da faculdade ou depois de formado. Quanto mais cedo, maiores suas chances de fazer acontecer. Tenha metas e objetivos definidos para não ser apenas mais um "canudo" no mercado.
É muito provável que o grupo ao qual você se identificou no início deste artigo vai refletir sobre o tipo de profissional que você irá ser. Contudo, o mais importante é saber que esta classificação não é definitiva e imutável. É possível trocar de grupo e isto só depende de você. Seja o diretor de sua vida, profissão e futuro.
Não espere. Faça acontecer!
Testes vocacionais não fazem milagres, não têm poder de apontar uma única profissão a ser seguida - os que fazem são picaretas - mas são um bom norte acerca de aptidões e interesses. Fazendo perguntas, muitas vezes de aparência tola, um teste vocacional consegue colher pistas das impressões de uma pessoa sobre um campo profissional.
O questionário abaixo é um teste vocacional dos mais empregados. Você lerá uma série de atividades apresentadas aos pares, com letras "A" e "B". Algumas dessas atividades parecerão estranhas, mas não estão aí à toa.
Lendo as alternativas, assinale "A" ou "B", estando livre também para marcar as duas ou nenhuma.
(30°, 45° e 60°) - (música da Xuxa)
Todo mundo 1,2,3
bis 1,2,3
todo mundo 3,2,1
bis 3,2,1
Todo mundo sobre 2, todo mundo sobre 2 e raiZ onde naum tem um!!
Pequeno lembrete do site: para achar a tangente, é só dividir o seno pelo cosseno.
Fonte: Karine de Melo - Maceió (AL)
Cadastre seu e-mail e fique por dentro das novidades do site e dos vestibulares seriados de todo o país.
Cadastre-se